Como diria a letra de Lucas Ribeiro, gravada pelo grupo Rebanhão, no LP “Principio”, quantos Chicos Mendes ainda vão morrer??
Quantas crianças serão moídas por bandidos?
Quantos exus serão colocados na linha amarela sem que a Igreja acorde?
Meu coração está rachado, minha cidadania cristã está sendo afrontada, o Espírito Santo geme em meu interior a procura de uma boca que clame...Será que a igreja está dormente? Será que nunca mais seremos protestantes? Será que poucos gritarão sozinhos? Será que nunca gritaremos tão alto?
Ou será que nenhum de nós está transtornado?
Quantas vezes seremos oprimidos como minoria e deixaremos para lá?
Tenho consciência de que nada será fácil nunca e que não seremos aceitos pelo mundo assim como Cristo o nosso Senhor foi rejeitado. Mas espero pelo dia em que uma onda de compaixão e de quebrantamento tome a igreja e que os púlpitos cheios de prosperidade e auto-ajuda se transformem em pranto, em arrependimento e pureza. O dia em que a igreja parar de chorar seu cheques sem fundos e chorar as crianças mortas pela guerra urbana, as crianças trituradas e arrastadas por bandidos pelas ruas assim como os exércitos, 400 anos antes de Cristo, faziam.
Até quando resistiremos aos panos de saco que precisamos vestir? Por quanto tempo ainda sofreremos sem nos arrepender por nossa indiferença com o que sofre?
A palavra do senhor neste dia é : arrependa-se igreja minha e eu virei com livramento sobre o pais e sobre o Estado!
Eu sei que os dias são maus, mais temos um salvador!!! E só nós podemos mostrá-lo com nosso amor em Cristo .
Precisamos chorar com os que choram de verdade sem hipocrisia e neste manifesto seguem meu lamento, minhas lágrimas e meu pesar. Chorando com a mãe Rosa Cristina e pai Elcio, chorando com a família enlutada de Joãozinho.
Que a igreja ore por essa família. Dêem tudo que podem por ela para que sarem as feridas dos que sangram, pois com esses assaltantes a igreja falhou. Foram três almas não alcançadas.Vergonha protestante de um Estado lotados de evangélicos.
Pastora Fernanda Brum



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